O ex-presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, tinha três metas em sua gestão: repatriar o técnico Luis Felipe Scolari, o meia Valdívia e o atacante Kléber. Conseguiu através de manobras mirabolantes e ajuda de sócios de um grupo de investidores, o Eternos Palestrinos. Todos estão dando retorno: Felipão está tirando leite de pedra de uma equipe frágil e o Gladiador tornou-se o ambicionado número 9 do treinador.
Mas Valdívia depois de voltar ao clube não está tendo o mesmo rendimento da primeira passagem. As constantes contusões musculares afastam o Mago dos gramados e o deixam mais tempo no banco de reservas ou no departamento médico. A situação já causou um clima estremecida entre jogador, comissão médica e treinador no final do ano passado quando, possivelmente, Valdívia teria jogado uma das partidas decisivas pela Copa Sul-Americana contundido. No mesmo jogo, ele saiu aos 15 minutos da primeira etapa.
Dúvidas pairam na cabeça da torcida, do Felipão e dos médicos. O que acontece com o Mago? Por que tantas contusões? Por que não consegue uma sequência de jogos?
Hoje, contra o Bragantino, no Canindé, novamente Valdívia é desfalque.
Marcos Araújo



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